TUDO SOBRE A CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção civil é um dos principais setores industriais do País. A função da construção civil é ajudar a desenvolver o bem estar da sociedade, preservando o meio ambiente, por meio de obras de engenharia civil nos segmentos de infraestrutura e edificações.

Os profissionais da Construção Civil

Historicamente, o desempenho do mercado da construção civil acompanha a economia brasileira. Logo, o mercado de trabalho desse setor é cíclico, com períodos de alta demanda e, consequentemente, altos salários, e épocas em que os níveis de desemprego prejudicam a empregabilidade em todos os cargos e profissões. Confira alguns profissionais que trabalham no setor da construção civil.

Arquiteto e urbanista

É o profissional que projeta e idealiza os espaços para os mais diversos usos humanos, incluindo prédios, praças, casas, escritórios, hospitais, museus, escolas, pontes, dentre outras. Para planejar e organizar os espaços o arquiteto leva em consideração as necessidades de quem utilizará a construção acabada.

No Brasil, esses profissionais são regulados, orientados e fiscalizados pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Quanto ganha um Arquiteto Projetista: R$ 5.339,00 (em outubro/2016. Fonte: Salariômetro)

  • Os cinco melhores cursos de Arquitetura e Urbanismo (Graduação)

    De acordo com o Ranking Universitário Folha (RUF) 2016 esses são os melhores cursos:

    1. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    2. Universidade de São Paulo (USP)
    3. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    4. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
    5. Universidade Presbiteriana Mackenzie (Mackenzie)

  • Grandes arquitetos brasileiros e internacionais

    • Oscar Niemeyer (brasileiro, 1907-2012)
    • Le Corbusier (Charles-Edouard Jeanneret-Gris, franco-suíço, 1887-1965)
    • Frank Lloyd Wright (estadunidense, 1867-1959)
    • Zaha Hadid (iraquiana, 1950-2016)
    • Ludwig Mies van der Rohe (alemão naturalizado americano, 1886-1969)
    • Renzo Piano (italiano, 1937)
    • Frank Gehry (canadense naturalizado americano, 1929)
    • Jean Nouvel (francês, 1945)
    • Norman Foster (inglês, 1935)
    • Paulo Mendes da Rocha (brasileiro, 1928)
    • Lucio Costa (franco-brasileiro, 1902-1998)
    • Tadao Ando (japonês, 1941)
    • Santiago Calatrava (espanhol, 1951)
    • David Chipperfield (inglês, 1953)
    • Lina Bo Bardi (ítalo-brasileira, 1914-1992)
    • Antonio Gaudí (catalão, 1852-1926)
    • Daniel Libeskind (polonês, 1946)
    • Roberto Burle Marx (brasileiro, 1909-1994)
    • João da Gama Filgueiras Lima (Lelé, brasileiro, 1931-2014)
    • João Batista Vilanova Artigas (brasileiro, 1915-1985)
    • Francisco de Paula Ramos de Azevedo (brasileiro, 1851-1928)
    • Ruy Ohtake (brasileiro, 1938)

Engenheiro Civil

É o profissional responsável por projetar, gerenciar e executar obras de construção civil. O profissional de engenharia civil atua em todas as etapas de uma construção, seja de sobrados, prédios, pontes, viadutos, túneis, rodovias, ferrovias, barragens etc.

De acordo com a especialidade, é responsabilidade do engenheiro civil a análise do solo, a definição dos tipos de fundação, do partido estrutural, da impermeabilização, dos acabamentos e todos os sistemas incorporados a um empreendimento.

O engenheiro civil responde também pela execução, coordenando equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, zelando pelos padrões de qualidade e de segurança. A profissão de engenheiro civil se organiza conforme a disciplina de estudo do profissional, podendo ser: geotecnia e fundações, estruturas, cobertura, revestimento, sistemas, instalações, fechamentos, alvenaria, impermeabilização, dentre outras.

Algumas funções que podem ser exercidas pelo engenheiro civil: diretor de negócios de obras de infraestrutura, gerente de obras, gerente de engenharia, coordenador de obras, coordenador de engenharia, supervisor de engenharia, engenheiro de obras, gerente de logística e suprimentos.

  • Salário médio (por Especialidade)

    • Engenheiro geotécnico (Fundações e mecânica de solos) – R$ 7.269,00
    • Engenheiro de Terraplanagem: R$ 7.841,00
    • Engenheiro de Edificações: R$ 6.661,00
    • Engenheiro de Estrutura Metálicas: R$ 6.553,00
    • Engenheiro de Ferrovias e Metrovias: R$ 8.299,00
    • Engenheiro de Pontes e Viadutos: R$ 7.587,00
    • Engenheiro de Rodovias: R$ 7.841,00
    • Engenheiro de Túneis: R$ 4.928,00
    • Engenheiro de Saneamento: R$ 6.089,00
    • Engenheiro Orçamentista: R$ 7.366,00
    • Engenheiro Projetista: R$ 7.366,00

    Fonte: Salariômetro, em outubro/2016

  • Grandes engenheiros civis brasileiros e internacionais

    • Imhotep (egípcio, 2.600 a.C)
    • André Rebouças (brasileiro, 1838-1898)
    • Gustave Eiffel (francês, 1832-1923)
    • Eugène Belgrand (francês, 1810-1878)
    • Francisco Prestes Maia (brasileiro, 1896-1965)
    • John Augustus Roebling (alemão, 1806-1869)
    • John Frank Stevens (estadunidense, 1853-1943)
    • William John Macquorn Rankine (escocês, 1820-1872)
    • Stephen Prokofyevich Timoshenko (russo, 1878-1972)
    • Eugenio Gudin (brasileiro, 1886-1986)
    • Francisco Paes Leme de Monlevade (brasileiro, 1861-1944)
    • Theodoro Fernandes Sampaio (brasileiro, 1855-1937)
    • Aarão Reis (brasileiro, 1853-1936)
    • José Carlos de Figueiredo Ferraz (brasileiro, 1918-1994)
    • Lucas Nogueira Garcez (brasileiro, 1913-1982)
    • Luiz Alfredo Falcão Bauer (brasileiro, 1922-1996)
    • Milton Vargas (brasileiro, 1914-2011)
    • Emily Warren Roebling (estadunidense, 1843-1903)
    • Nora Stanton Blatch Barney (inglesa, 1883-1971)
    • Virgínia Moura (portuguesa, 1915-1998)

  • Os cinco melhores cursos de Engenharia Civil (Graduação)

    De acordo com o Ranking Universitário Folha (RUF) 2016 esses são os melhores cursos de graduação da área:

    1. Universidade de São Paulo (USP)
    2. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    3. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
    4. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    5. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Perito em engenharia

Com formação técnica em engenharia civil e conhecimentos que permeiam o mercado e o direito imobiliários, o perito em engenharia tem como função coletar e analisar informações relacionadas às condições técnicas de imóveis, máquinas ou sistemas da engenharia.

No caso de sinistros, é o perito engenheiro civil quem avalia as causas, determinando se o acidente decorre de falha estrutural, patologias, anomalias ou desempenho incompatível com as necessidades da situação. Assim, o trabalho do perito é fundamental para determinar se houve má execução, erro de projeto ou problema com os materiais.

Como é o perito quem elabora o laudo que vai orientar a decisão do juiz no caso de uma ação judicial, é interessante que esse profissional tenha conhecimentos de direito relacionados ao Código Civil e à disciplina processual.

  • Quanto ganha um perito em engenharia?

    A remuneração do perito é calculada de acordo com a quantidade de horas a serem trabalhadas, o valor da causa e do bem imóvel.

Operários

  • Mestre de Obras

    Profissional que fiscaliza e supervisiona a obra até a conclusão. É o líder da equipe de operários da construção civil dentro do canteiro de obras, com responsabilidade sobre o controle de equipamentos, materiais, inspeção da qualidade e cronograma da obra. Por isso, em geral é um profissional com experiência e que conhece todas as etapas da construção, os materiais e as funções de cada operário, sendo capaz de ler e interpretar projetos. Salário médio: R$ 2.761,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Apontador de Obras

    Dentro do canteiro de obras, o apontador faz levantamentos e registros diários relacionados à mão de obra, fiscalizando o registro de ponto e coordenando as necessidades dos trabalhadores.

    Com conhecimentos básicos de informática e legislação trabalhista, fiscaliza o uso de equipamentos de segurança para cada tarefa desempenhada em canteiro.

    Salário médio: R$ 1.484,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Pedreiro

    Profissional apto a atuar em todas as etapas de execução de uma obra de construção civil. A depender da experiência do profissional, pode fazer o controle do fluxo de serviços, recebimento e checagem de materiais, ler e interpretar plantas e projetos de engenheiros e arquitetos, calcular quantidades de materiais utilizados na construção.

    Alguns cargos relacionados e que podem ser exercidos por pedreiros são: azulejista, gesseiro, impermeabilizador etc.

    Salário médio: R$ 1.540,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Técnico em Construção Civil

    Tem a função de orientar e gerenciar atividades, processos e equipes no canteiro de obras e fazer o controle dos materiais. Esse profissional também faz o acompanhamento dos trabalhos de topografia e auxilia nas movimentações de terra. Salário médio: R$ 2.530,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Armador

    Toda a ferragem prevista nos projetos de fundações e estruturas de uma obra passa pelo armador, que segue as orientações desses projetistas para realizar seu trabalho. Primeiro, ele confere e separa o material utilizado. Depois, distribui materiais e tarefas de acordo com o projeto.

    Para montar a ferragem de blocos de fundação, vigas, pilares e lajes é preciso saber ler e interpretar projetos, observando normas de segurança. É preciso, ainda, que o profissional tenha pleno conhecimento das dimensões e tipos de ferragens e bitolas.

    Salário médio: R$ 1.567,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Servente ou Ajudante de Obra

    Subordinado ao encarregado de obra, é responsável pelas tarefas acessórias ao serviço executado. É o servente, por exemplo, quem prepara a massa no caso do assentamento de alvenaria, separa e limpa as ferramentas.

    Esse profissional deve ser capaz de identificar materiais, conhecer traços de argamassa, conhecer conceitos de segurança do trabalho, ser prestativo e estar constantemente atento ao estoque de materiais.

    Salário médio: R$ 1.124,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

  • Carpinteiro

    Subordinado ao mestre de obras, é o profissional responsável pela montagem e desmontagem das fôrmas utilizadas para a concretagem dos blocos de fundação e de todos os elementos estruturais.

    Também é esse operário que faz as estruturas provisórias, como escadas, ou de proteção, como guarda-corpos para cercar perímetro de andares ou áreas de escavação, por exemplo.

    Salário médio: R$ 1.592,00

    Fonte: Salariômetro, outubro/2016

PRINCIPAIS ENTIDADES DA
CONSTRUÇÃO CIVIL

Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil)

O Sinduscon é a entidade que representa a classe empresarial na construção civil brasileira, atuando na defesa dos interesses de construtoras e incorporadoras, cada estado conta com, pelo menos. O Sinduscon faz a representação patronal durante as negociações com os sindicatos de trabalhadores do setor. Também é responsabilidade desse órgão pesquisar e divulgar o CUB (Custo Unitário Básico) das regiões que representam.

+Lista de Sinduscons

  • Acre (AC): (68) 3212-4285
  • Alagoas (AL): (82) 3241-5528
  • Amapá (AP): (92) 3622-1529
  • Bahia (BA): (71) 3616-6000
  • Ceará (CE): (85) 3456-4050
  • Distrito Federal (DF): (61) 3234-8310
  • Espírito Santo (ES): (27) 3434-2050
  • Goiás (GO): (62) 3095-5155
  • Maranhão (MA): (98) 3246-3944
  • Mato Grosso (MT): (65) 3627-3020
  • Mato Grosso do Sul (MS): (67) 3387-8884
  • Minas Gerais (MG): (31) 3253-2666
  • Pará (PA): (91) 3241-8383
  • Paraíba (PB): (83) 3244-8655
  • Paraná (PR): (41) 3051-4300
  • Pernambuco (PE): (81) 2127-0600
  • Piauí (PI): (86) 3321-2595
  • Rio de Janeiro (RJ): (21) 2221-5225
  • Rio Grande do Norte (RN): (84) 3206-5362
  • Rio Grande do Sul (RS): (51) 3021-3440
  • Rondônia (RO): (69) 3223-2417
  • Roraima (RR): (95) 3224-0350
  • Santa Catarina (SC): (48) 3251-7700
  • São Paulo (SP): (11) 3334-5600
  • Sergipe (SE): (79) 2104-8754
  • Tocantins (TO): (63) 3223-4202

Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia)

Criado em 1933, o Confea é responsável pela regulamentação profissional e técnica no Brasil. Além de Engenheiros e Agrônomos, a entidade representa também os geógrafos, geólogos, meteorologistas, tecnólogos dessas modalidades, técnicos industriais e agrícolas e suas especializações. O Confea agrega todos os Creas (Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia). Telefone: (61) 2105-3700

+Lista de CREAs

  • Crea-BA: (71) 3453-8990
  • Crea-CE: (85) 3453-5800
  • Crea-DF: (61) 3961-2800
  • Crea-ES: (27) 3134-0000
  • Crea-GO: (62) 3221-6200
  • Crea-MA: (98) 2106 8300
  • Crea-MG: (31) 3299-8700
  • Crea-MS: (67) 3368-1000
  • Crea-MT: (65) 3315-3000
  • Crea-PA: (91) 3219-3402
  • Crea-PB: (83) 3533-2525
  • Crea-PE: (81) 3423-4383
  • Crea-PI: (86) 2107-9292
  • Crea-PR: 0800 041 0067
  • Crea-RJ: (21) 2179-2000
  • Crea-RN: (84) 4006-7214
  • Crea-RO: (69) 3541-7636
  • Crea-RR: (95) 3224-1392
  • Crea-RS: (51) 3320-2100
  • Crea-SC: (48) 3331-2000
  • Crea-SE: (79) 3234-3000
  • Crea-SP: 0800 171811
  • Crea-TO: (63) 3219-9800

Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais)

O Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais) ou, simplesmente, Sindicato da Habitação, é uma entidade patronal que tem como missão desenvolver, representar, promover e defender a atividade imobiliária em seus segmentos.

+Lista de Sicovis

  • Secovi Alagoas: (82) 3221-7088
  • Secovi Bahia: (71) 3272-7272
  • Secovi Ceará: (85) 3036-9500
  • Secovi Distrito Federal: (61) 3321-4444
  • Secovi Goiás: (62) 3239-0800
  • Secovi Mato Grosso: (65) 3028-1081
  • Secovi Mato Grosso do Sul: (67) 3326-5203
  • Secovi Minas Gerais: (31) 3243-7555
  • Secovi Pará: (91) 4008-4600
  • Secovi Paraíba: (83) 98805-5493
  • Secovi Paraná: (41) 3259-6000
  • Secovi Pernambuco: (81) 2123-9400
  • Secovi Rio de Janeiro: (21) 2272-8000
  • Secovi Rio Grande do Norte: (84) 3223-6687
  • Secovi Rio Grande do Sul: (51) 3221-3700
  • Secovi Santa Catarina: (47) 3367-1985
  • Secovi São Paulo: (11) 5591-1306
  • Secovi Tocantins: (63) 3215-4781

IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil)

O IAB é uma entidade de livre associação de arquitetos e urbanistas brasileiros, que se dedica a temas de interesse do arquiteto, da cultura arquitetônica e de suas relações com a sociedade. Foi fundado no Rio de Janeiro em 1921. Não tem fins lucrativos e seus dirigentes não são remunerados. O IAB adotou o modelo federativo e conta com Departamentos autônomos em todos os estados, com núcleos locais nos municípios de maior relevância. Telefone: (21) 2557-4480

+Lista de IABs

  • IAB-BA: (71) 3335-1195
  • IAB-CE: (85) 3283-5454
  • IAB-DF: (61) 3223-5903
  • IAB-ES: (27) 3235-1460
  • IAB-MT: (69) 9318-2992
  • IAB-MG: (31) 3225-6408
  • IAB-PA: (91) 98518-1400
  • IAB-PB: (81) 3222-1576
  • IAB-PR: (41) 3243-6464
  • IAB-PE: (81) 3222.1576
  • IAB-RJ: (21) 2557-4480
  • IAB-RS: (51) 3212.2552
  • IAB-SC: (48) 3224-4428
  • IAB-SP: (11) 3259-6866

Outras entidades da Construção Civil

+CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção)

Fundada em 1957, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção tem o objetivo de tratar de questões ligadas à Indústria da Construção e ao Mercado Imobiliário. Sediada em Brasília, a CBIC reúne 81 sindicatos e associações patronais do setor da construção, das 27 unidades da Federação.

A CBIC representa politicamente o setor e promove a integração da cadeia produtiva da construção, em âmbito nacional, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País.

Telefone: (61) 3327-1013

+ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland)

A Associação Brasileira de Cimento Portland foi fundada em 1936 com o objetivo de promover estudos sobre o cimento e suas aplicações.

É uma entidade sem fins lucrativos, mantida voluntariamente pela indústria brasileira do cimento, que compõe seu quadro de Associados.

Telefone: 0800-0555776

+ABAI (Associação Brasileira de Argamassa Industrializada)

A Associação Brasileira de Argamassa Industrializada, fundada em 10 de dezembro de 2002, é uma Associação Civil, de âmbito nacional, com fins não econômicos e de duração indeterminada.

Seu propósito é contribuir para a solidariedade entre os associados, representando-os e defendendo os seus interesses, promover as Argamassas industrializadas junto de prescritores, donos de obra, projetistas, comerciantes, empresas de construção, empresas de fiscalização e aplicadores e contribuir para a manutenção dos níveis de qualidade exigidos para os produtos de construção.

Telefone: (11) 3760-5427

+Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração)

Com mais de 28 anos de atividade, a Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração se dedica a propor soluções para o desenvolvimento tecnológico do setor, difundir o conhecimento e informações, participar da formação, especialização e atualização de profissionais que atuam no mercado brasileiro da construção e da mineração.

Telefone: (11) 3662-4159

+ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

A Associação Brasileira de Normas Técnicas foi fundada em 1940 com a finalidade de ser o Foro Nacional de Normalização. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos que é responsável pela elaboração das Normas Brasileiras (NBR), elaboradas por seus Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE).

Desde 1950, a ABNT atua também na avaliação da conformidade e dispõe de programas para certificação de produtos, sistemas e rotulagem ambiental.

Telefone: (11) 3017.3630

+IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas)

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas é um instituto vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

O IPT conta com laboratórios capacitados e equipe de pesquisadores e técnicos altamente qualificados, atuando basicamente em quatro grandes áreas – inovação, pesquisa & desenvolvimento; serviços tecnológicos; desenvolvimento & apoio metrológico, e informação & educação em tecnologia.

Telefone: (11) 3767-4000

+ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica)

A Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica é uma associação técnico-científica sem fins lucrativos.

Fundada em 1950, a ABMS congrega no Brasil os profissionais geotécnicos que atuam em Mecânica dos Solos, Mecânica de Rochas, Mecânica dos Pavimentos, Fundações, Barragens, Escavações, Túneis, Mineração, Geossintéticos, Geotecnia Ambiental, Aterros Sanitários, Geomecânica do Petróleo,  e demais atividades da Engenharia Geotécnica.

Telefone: (11) 3883-0023

+CTQ (Comitê de Tecnologia e Qualidade) do SindusCon-SP

O Comitê de Tecnologia e Qualidade do SindusCon-SP (CTQ) é uma instância de estruturação de ações setoriais ligadas a tecnologia e qualidade, que atua desde 1995 na análise de questões de afetam a construção civil nestes temas.

Telefone: (11) 3334-5600

TÉCNICO EM
EDIFICAÇÕES

O que faz um técnico em edificações?

Ao técnico em edificações é permitido desenvolver e executar projetos de edificações com até 80 m² de área construída que não constituam conjuntos residenciais e não envolvam estruturas de concreto armado ou metálica. Assim, é o técnico em edificações que:

  • Planeja a execução, elabora orçamento e memorial descritivo de obras
  • Supervisiona a execução de diferentes etapas do processo construtivo
  • Presta assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos, pesquisas e controle tecnológico de materiais na área da Construção Civil. Orienta e coordena a execução de serviços de manutenção de equipamentos e de instalações em edificações
  • Orienta na assistência técnica para compra, venda e utilização de produtos e equipamentos especializados

Mercado de trabalho para o técnico em edificações

Há cerca de 50 mil técnicos em edificações em atuação no Brasil. O profissional técnico em edificações pode trabalhar em construtoras, plataformas, refinarias, estaleiros, empresas de paisagismo e decoração, dentre outras.

É permitido a esse profissional atuar como autônomo, incluindo a prestação de serviços de consultoria para elaboração de projetos de engenharia e arquitetura, ou mesmo para órgãos Federais e Estaduais.

  • Quanto ganha o técnico em edificações

    Não há salário mínimo profissional com validade nacional para técnicos em edificações. As remunerações são determinadas por meio de acordos coletivos firmados cm intermédio dos sindicatos da categoria e leis estaduais que definem o salário para técnicos de nível médio, em alguns casos.

    De acordo com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), os salários iniciais de trabalhadores de nível técnico de ocupações mais demandadas, como é o caso do técnico em edificações, chega a R$ 2.085,57. Há sindicatos, como o Sinduscon-Norte, do Paraná, que definem gratificação de 5% para trabalhadores com certificado de conclusão de curso de aperfeiçoamento técnico emitido por instituições reconhecidas pela entidade.

    O site de empregos Catho realizou pesquisa que indica remunerações entre R$ 1.098,00 e R$ 4.300,00 mensais, com média salarial nacional de R$ 2.340,08 para o técnico em edificações. A mesma pesquisa trouxe os seguintes números para outros cargos relacionados à atividade de técnico em edificações:

    • Estágio Técnico em Edificações: R$ 737,21
    • Estágio na Área de Edificações: R$ 695,31
    • Auxiliar Técnico em Edificações: R$ 1.244,14
    • Assistente Técnico em Edificações: R$ 1.833,55

    Entretanto, na Região Metropolitana da cidade de São Paulo o salário de um técnico em edificações varia entre R$ 2.962,50 e R$ 5.322,70, com média salarial de R$ 4.710,30.

    No caso de vagas oferecidas por meio de concurso público, a remuneração varia muito, havendo salários iniciais entre R$ 780,00 e mais de R$ 2.000,00. De acordo com o edital, além do salário inicial o profissional pode receber benefícios e gratificações diversos.

    A melhor maneira de saber o piso salarial do técnico em edificações é consultando o sindicato que representa a categoria em seu Estado ou cidade.

  • Curso técnico em Edificações

    Há cursos técnicos em edificações concomitantes – ou seja, realizados juntamente com o Ensino Médio – e subsequentes – que só podem ser feitos após a conclusão do Ensino Médio. Nos dois casos, o curso técnico em edificações prepara os estudantes para o mercado de trabalho da construção civil.

    Mesmo o curso subsequente não é considerado Ensino Superior porque não permite a atuação do profissional em pesquisa acadêmica ou a realização de pós-graduação, por exemplo. O curso técnico em Edificações fornece conhecimentos para o profissional interpretar e desenhar projetos, elaborar orçamentos e cronogramas, gerenciar obras prediais e escolher materiais de boa qualidade.

    A formação proporciona ao profissional trabalhar conforme procedimentos legais, considerando a preservação ambiental e o respeito às leis. Com carga horária mínima de 1.200 horas, segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de técnico em edificações oferece as seguintes disciplinas:

    • Sistemas e processos construtivos
    • Instalações elétricas, hidráulicas e especiais
    • Comunicação oral e escrita
    • Desenho técnico de edificações
    • Serviços preliminares de topografia e sondagem
    • Representação gráfica e gestão da documentação técnica
    • Administração de documentação legal
    • Ensaios tecnológicos
    • Planejamento, custos e produtividade
    • Gestão de pessoas
    • Gestão de produção
    • Projetos

  • Curso técnico em Construção de Edifícios

    A evolução natural do técnico em edificações que deseja mais qualificação é a faculdade de engenharia civil.

    Entretanto, um passo intermediário e que aumenta tanto a possibilidade de ganhos como a empregabilidade é o curso superior de Tecnologia em Construção de Edifícios, também conhecido como Tecnólogo em Construção de Edifícios.

    Também voltada à prática de mercado, essa faculdade tem curta duração. Com o mesmo perfil, há o curso de tecnólogo em controle de obras. São faculdades de curta duração – em geral três anos – voltadas às necessidades do mercado.

  • Regulamentação da atuação do técnico em edificações

    A atividade do técnico em edificações é regulamentada pelo Decreto Federal n° 90.922/85 e pela Lei nº 5.5244, de 5 de novembro de 1968.

    De acordo com a regulamentação, o exercício da profissão de técnico em edificações exige certificado do curso de Técnico em Edificações em instituição reconhecida, além de registro profissional junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ) do Estado de atuação.

    É importante notar que as Resoluções nº 262/79 e nº 278/83, ambas do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), foram revogadas em 31 de julho de 2014 pela Resolução nº 1.057.

Leia também

O Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo) conta com uma seção inteira apenas com respostas a perguntas frequentes relacionadas à atuação do profissional Técnico em Edificações.

Atribuições do técnico em edificações

De acordo com o artigo 4º do Decreto Federal n° 90.922/85, cabe ao técnico em edificações, respeitados os limites de sua formação:

I - executar e conduzir a execução técnica de trabalhos profissionais, bem como orientar e coordenar equipes de execução de instalações, montagens, operação, reparos ou manutenção;

II - prestar assistência técnica e assessoria no estudo de viabilidade e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas, ou nos trabalhos de vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e consultoria, exercendo, dentre outras, as seguintes atividades;

III - executar, fiscalizar, orientar e coordenar diretamente serviços de manutenção e reparo de equipamentos, instalações e arquivos técnicos específicos, bem como conduzir e treinar as respectivas equipes;

IV - dar assistência técnica na compra, venda e utilização de equipamentos e materiais especializados, assessorando, padronizando, mensurando e orçando;

V - responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional;

VI - ministrar disciplinas técnicas de sua especialidade, constantes dos currículos do ensino de 1º e 2º graus, desde que possua formação específica, incluída a pedagógica, para o exercício do magistério, nesses dois níveis de ensino.

PRINCIPAIS ATIVIDADES DA
CONSTRUÇÃO CIVIL

Orçamento na construção civil

O que é?

Orçamento é um instrumento de planejamento empresarial que contém tanto estimativa de despesas ao longo do tempo como informações de receitas previstas.

+O que é BDI?

BDI remete a Benefícios e Despesas Indiretas, sendo que, de forma simplificada, Benefícios podem ser entendidos como Lucro e Despesas Indiretas como todas aquelas que não são oriundas da atividade final de construção. Assim, contam como DI gastos com pessoal administrativo, jurídico, de RH, material de escritório, dentre outros.

+Qual a importância?

Com o planejamento e o controle de receitas e despesas na forma de orçamento, a empresa é capaz de adotar estratégias para obter resultados positivos no empreendimento.

+O que é planejamento tributário na construção civil?

Consiste na redução da carga tributária incidente sobre a atividade de construção civil por meio do uso de recursos previstos na legislação. Ou seja, trata-se de uma economia legal e não de sonegação fiscal. O planejamento tributário é o estudo das imposições legais para otimização do enquadramento da atividade da construtora ou incorporadora.

  • Projeto de construção civil

    O que é?

    É o documento base do processo produtivo da construção civil. É no projeto em que são feitas todas as escolhas do empreendimento, conciliando as demandas do usuário, as possibilidades financeiras, as exigências legais e a normalização vigente

    Importância

    É o projeto que pauta a execução da obra desde a implantação da edificação no terreno, o partido estrutural, o aproveitamento do espaço, o atendimento às legislações pertinentes, as definições de materiais etc. São os projetos que permitem prever problemas e antecipar soluções

  • ART na construção civil

    O que é?

    A Anotação de Responsabilidade Técnica vincula o profissional ao projeto ou à execução. Ou seja, é o documento que garante os direitos autorais, comprova a existência de um contrato e prevê a remuneração dos profissionais envolvidos

    Qual a sua importância?

    Além de garantir a remuneração do projetista, a ART, como diz o nome, define responsabilidades pelas orientações técnicas existentes no projeto. Registradas junto ao Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), todas as ARTs assinadas por um projetista compõem seu Acervo Técnico, sendo contabilizadas para cálculo de aposentadoria do engenheiro

  • Resíduos da construção civil

    O que é?

    De acordo com a Resolução 307, do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), resíduos de construção civil são aqueles “provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha”.

    Importância

    Responsável por grande parte do volume de lixo produzido nas cidades, os resíduos de construção precisam ser tratados adequadamente para evitar poluir rios, mananciais e demais cursos d’água. Por isso, a classificação proposta pela Resolução 307 do Conama indica, também, o tratamento e a destinação adequados para cada tipo. Em alguns casos, os resíduos de construção civil podem, inclusive, ser reutilizados na atividade construtiva

  • Resolução CONAMA 307 e SIGOR

    A Resolução 307 do Conama foi instituída em janeiro de 2003 e estabelece diretrizes para gestão dos resíduos gerados na atividade da construção civil. A finalidade é orientar quanto as ações necessárias para minimizar impactos ambientais, além de determinar a elaboração, por parte dos municípios, de planos integrados de gerenciamento de resíduos (PIGRCC). O SIGOR (Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos) foi estabelecido pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). É, de acordo com a entidade, “uma ferramenta que auxilia no monitoramento da gestão dos resíduos sólidos desde sua geração até sua destinação final, incluindo o transporte e destinações intermediárias e permite o gerenciamento das informações referentes aos fluxos de resíduos sólidos no Estado de São Paulo”. O Módulo de Construção Civil tem por objetivo gerenciar as informações referentes aos fluxos de resíduos da construção civil no Estado de São Paulo, da sua geração à destinação final, passando pelo transporte. Sua correta utilização assegura que os resíduos gerados sejam transportados por empresas cadastradas/legalizadas e destinados a locais devidamente licenciados/legalizados, permitindo, assim, que os resíduos tenham destinos ambientalmente adequados.
  • Planejamento logístico na construção civil

    O que é?

    Logística é a área da gestão que trata da organização de recursos, equipamentos e informações. No caso da construção civil, a logística de canteiro considera o aspecto temporário das instalações, que mudam conforme a obra evolui. O plano logístico envolve a análise prévia e detalhada das características do empreendimento, incluindo localização, tipo de ocupação do bairro, edificações vizinhas, vias de acesso, legislação de tráfego, volume de materiais e serviços, tipologia da obra, nível de especialização da mão-de-obra e grau de industrialização dos materiais e componentes, dentre outros

    Importância

    O funcionamento eficiente de um canteiro envolve o plano otimizado de transporte vertical e horizontal de materiais, com planejamento concebido de forma estratégica visando à elevação da produtividade e à redução na perda de materiais nos canteiros

  • Compras na construção civil

    O que é?

    O departamento de compras de uma construtora alia conhecimentos técnicos, capacidade de negociação e de atendimento a prazos exíguos. Isso porque são os compradores que recebem as especificações, fazem cotações, buscam alternativas, negociam prazos de pagamento e de entrega de materiais e serviços para o canteiro de obras.

    Importância

    Dentro de uma construtora, o comprador tem um cargo de confiança, pois lida com valores elevados e diversos fornecedores. Além disso, é esse o profissional responsável por obter bons negócios, aliviando a pressão sobre o orçamento de uma obra.

  • Mão de obra na construção civil

    O que é?

    O termo designa o trabalho dos operários da indústria e, principalmente, da construção civil. Geralmente, é classificada em mão de obra direta – quando diretamente empregada na fabricação do bem ou execução do serviço, indireta – quando da realização de supervisão ou apoio à produção, e qualificada – quando há formação específica em determinada área.

    Importância

    A mão de obra é o gargalo final da produção na construção civil. É por meio da mão de obra que um empreendimento obtém ou compromete seus níveis de qualidade e produtividade. Devido às características das construções brasileiras, o setor da construção civil é um dos principais empregadores do País. Com elevada demanda por mão de obra, o setor, principalmente quando a atividade produtiva é mais intensa, geralmente sofre com falta de qualificação dos profissionais.

  • Medição

    É a quantificação dos serviços realizados de acordo com o previsto no cronograma da obra. Para evitar conflitos entre contratantes e contratados, os critérios de medição devem ser definidos previamente e estabelecidos em contrato.

    Importância

    É a partir da medição e da comparação com o previsto em contrato que são liberados ou retidos os pagamentos aos prestadores de serviço. Essa etapa demanda atenção principalmente com relação aos critérios estabelecidos em contrato.

  • Gestão do estoque na construção civil

    O que é?

    Para garantir o fluxo de trabalho as construtoras costumam manter alguns materiais estocados dentro de canteiro de obras. Gestão do estoque consiste em planejar o local e as condições para armazenamento de cada tipo de material de acordo com suas características e com o andamento da obra. Além disso, o controle de estoque em sintonia com o departamento de suprimentos evita interrupções no fluxo produtivo.

    Importância

    O controle de estoque evita perda de recursos produtivos. Afinal, não ter um local adequado para armazenamento de materiais leva à necessidade de realizar mais deslocamentos que o necessário ou, pior, manter os materiais em locais e condições inadequados, aumentando o risco de acidentes e de deterioração dos mesmos. É importante, portanto, que o responsável pela gestão do estoque na construção civil saiba quais materiais e quando serão recebidos em canteiro; qual a frequência e a quantidade a ser entregue; a demanda e o local de uso.

  • Gestão de relacionamento com os fornecedores

    O que é?

    Estabelecer relacionamento com fornecedores extrapola a mera contratação de serviços ou compra de materiais. Significa incorporar o fornecedor com parte integrante da atividade construtiva para que os processos sejam otimizados, com benefícios para ambas as partes

    Importância

    O estabelecimento de uma política de seleção, relacionamento e qualificação de fornecedores é estratégica para empresas de construção civil porque permite às partes estabelecer parceria visando à melhoria de processos, com obtenção de melhores resultados, evitando desgastes entre as partes e levando a bons resultados. Há diversos cases de parcerias entre construtoras e fornecedores reconhecidos pelo setor

  • Relacionamento com o entorno

    O que é?

    Um canteiro de obras causa, inevitavelmente, impactos à vizinhança onde está instalado. Por isso, incorporadora e construtora devem estabelecer, de forma proativa, contato amigável com as empresas e moradores que ocupam o entorno.

    Importância

    Por mais quinhos, é inevitável que uma obra ocasione transtornos aos seus vizinhos, como geração de ruídos, poeira e intensa movimentação de pessoas e máquinas. Por isso, além de adotar medidas internas para mitigar tais impactos, é benéfico às construtoras e incorporadoras adotar uma postura de relacionamento transparente com a população do entorno, buscando compreensão e se colocando à disposição para sanar dúvidas e resolver eventuais problemas.

MODELOS DE CONTRATOS PARA A
CONSTRUÇÃO CIVIL

Turn key

Também conhecido no meio da construção civil como Engineering, Procurement and Constructiction (EPC), empreitada global ou contrato chave na mão, nesse modelo a empresa contrata um único escritório que fica responsável por cuidar desde a implantação até a entrega das chaves.

Esse modelo pode ser adotado em empreendimentos de todos os tipos, desde imobiliários até obras de infraestrutura. Em todos os casos, tanto o preço quanto o prazo de entrega são definidos de antemão.

CONTRATO DE EMPREITADA

Nesse modelo, a empresa contratada assume o compromisso de entregar a obra plenamente concluída sob a direção e a responsabilidade do construtor. Como não há subordinação da empreiteira contratada à construtora dona da obra, todas as condições são previamente estabelecidas em contrato. Há contratos de empreitada com fornecimento de materiais, conhecida como empreitada mista, ou, a mais comum, com fornecimento apenas da mão de obra, também chamada de empreitada de lavor.

PPP

Nesse tipo de contrato firmado com o p a obra plenamente concluída sob a direção e a responsabilidade do construtor. Como não há subordinação da empreiteira contratada à consas condições são previamente estabelecidas em contrato. Há contratos de empreitada com fornecimento de materiais, conhecida como empreitada mista, ou, a mais comum, com fornecimento apenas da mão de obra, também chamada de empreitada de lavor.

Built to suit

Na tradução do inglês, construir para servir. Indica o tipo de contrato em que o imóvel é construído para atender às necessidades de um locatário de longo prazo – entre dez e vinte anos – já pré-definido. Enquanto o locatário – em geral uma indústria ou comércio – não imobiliza capital na construção do imóvel, o locador tem retorno garantido do investimento ao longo da vigência do contrato.

CRÉDITO
IMOBILIÁRIO

História resumida do crédito imobiliário no Brasil

Até a década de 1930, a construção de habitações no Brasil foi de responsabilidade exclusiva da iniciativa privada. Com a industrialização do País, intensificou-se a urbanização e o Estado passou a intervir na construção de conjuntos habitacionais.

Mesmo assim, apenas em 1964, com a criação do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), é que iniciou-se a criação de um mecanismo de crédito habitacional estruturado e capaz de conciliar oferta e demanda. Até hoje o SFH é a base do crédito imobiliário no Brasil.

Isso porque instituiu correção monetária dos ativos e passivos, garantindo rentabilidade real às aplicações dos poupadores; e criou o Banco Nacional da Habitação (BNH), que propiciou a formação de uma rede de agentes financeiros especializados na intermediação da captação e aplicação de recursos.

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Os fundos seriam captados a partir das cadernetas de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com financiamentos chegando a 30 anos. Com o SFH, o número de unidades habitacionais financiadas passou de oito mil por ano, em 1964, para 627 mil, em 1980.

A partir de meados dos anos 1980, no entanto, as fontes de recursos do SFH começaram a escassear e constatou-se que o Sistema não era eficiente para destinar recursos à população de baixa renda.

Além disso, a crise econômica entre 1980 e 1990, o arrocho salarial, a queda do poder aquisitivo, a elevação das taxas de juros e a inflação resultaram em elevados níveis de inadimplência no SFH.

Em 1986, o Governo Federal fez uma uma profunda reestruturação no SFH. Com isso, o BNH foi extinto e suas funções redistribuídas. O Ministério de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (MDU) passou a formular propostas de política habitacional e desenvolvimento urbano; o Conselho Monetário Nacional (CMN) ficou responsável por orientar, disciplinar e controlar o SFH; ao Banco Central do Brasil (Bacen) coube as tarefas de elaborar normas pertinentes aos depósitos de poupança e fiscalizar instituições financeiras integrantes do SFH; a Caixa Econômica Federal (CEF), por sua vez, tornou-se administradora do passivo, do ativo, do pessoal e dos bens móveis e imóveis do BNH e gestora do FGTS.

Ainda assim, o cenário de instabilidade macroeconômica que perdurou nas décadas de 1980 e 1990 pressionaram a renda real da população e provocaram a disparada inflacionária, comprometendo o funcionamento do SFH. Uma das alternativas foi a criação do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), em 1997, como complemento ao SFH.

Tendo como um de seus principais fundamentos a securitização dos créditos imobiliários e a maior segurança jurídica dos contratos, o SFI capta recursos no mercado e não dispõe de um funding cativo ou taxa de juros determinadas.

Seus principais instrumentos de securitização são Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI), com segurança jurídica garantida pela alienação fiduciária.

Ainda que tenha aumentado a oferta de crédito imobiliário, o SFI não deu conta de reduzir o déficit habitacional brasileiro para famílias com renda de até cinco salários mínimos. Assim, em março de 2009 o Governo Federal lançou o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que subsidia a aquisição de residências para famílias com renda até R$ 1,6 mil, além de criar facilidades para famílias com renda de até R$ 5 mil.

A depender do valor do imóvel a ser financiado, o MCMV opera com recursos oriundos do FGTS ou do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Os recursos são do Ministério da Cidades, que os repassa à CEF, agente operacional do programa.

O que é funding imobiliário?

É a fonte de recursos utilizada pelos bancos e instituições financeiras para pagar qualquer financiamento habitacional contratado. No Brasil, há basicamente três tipos de funding imobiliário:

Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)

os recursos são dos rendimentos das poupanças de cada banco. Do total depositado, até 65% pode ser usado como crédito imobiliário.

Recursos livres de aplicações financeiras imobiliárias

os principais fundos são Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras Hipotéticas (LHs)

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)

recolhido mensalmente do salário dos trabalhadores contratados com carteira assinada

O que são sistemas de financiamento imobiliário?

No Brasil, há dois tipos de sistemas de financiamento imobiliário:

Sistema Financeiro Habitacional (SFH)

para financiamentos com valor máximo de R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal e R$ 600 mil nos demais Estados. O limite máximo de financiamento é de 80% do valor do imóvel

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

para imóveis com valor acima de R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e acima de R$ 600 mil nas demais regiões. Não há limite máximo para o valor financiado.

Outros termos inerentes ao crédito imobiliário

  • O que é LIG (Letra Imobiliária Garantida)?

    É uma fonte alternativa de recursos para o crédito imobiliário, um título de crédito emitido por instituições financeiras. Trata-se de um instrumento de dívida do emissor, garantido por um pool de créditos imobiliários que oferecem lastro e garantia para estas emissões.

    A LIG poderá ter remuneração atrelada a taxas de juros fixas ou flutuantes, índices ou taxas de conhecimento público ou mesmo à variação cambial.

  • O que é covered bond?

    Mecanismo complementar às cadernetas de poupança e às demais fontes de financiamento. O título é emitido por uma instituição de crédito sujeita a supervisão pública e regulamentação específica.

    Assim, os investidores têm direitos sobre uma carteira de créditos chamada cover pool em prioridade a outros credores da instituição. Esta, por sua vez, tem a obrigação de manter ativos suficientes no cover pool para satisfazer os interesses dos investidores.

  • O que é private equity?

    Na tradução do inglês, ativo privado. Ou seja, modalidade de fundo de investimento baseada na compra de ações de empresas. Investimentos private equity são feitos por uma empresa de participações (holding) ou por um investidor direto.

    Construtoras e incorporadoras podem receber esses recursos pela compra, por meio de um fundo, de uma parcela de participação societária. Com isso passa a participar do planejamento estratégico da empresa. Outra maneira é entrar como sócio em uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) para desenvolver um projeto determinado.

  • O que é real estate?

    O termo remete à atividade comercial de desenvolvimento, venda e exploração, inclusive por meio de aluguel, de empreendimentos imobiliários. É por isso, por exemplo, que esse é o termo que designa imobiliárias nos Estados Unidos.
  • Como FGTS e poupança se relacionam com a atividade imobiliária no Brasil?

    FGTS e o Sistema Brasileira de Poupança e Empréstimos (SBPE) são as principais fontes de recursos para financiamento imobiliário no Brasil. O uso do FGTS só é permitido para imóveis com valor de até R$ 750 mil no Distrito Federal e nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nos demais Estados o limite é de R$ 650 mil.

    Além disso, tem havido esforços para ampliar a participação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) no financiamento imobiliário.

  • Tendências de funding no Brasil

    Especialmente nos últimos anos, com a intensificação da crise econômica, os níveis de poupança no País têm caído e preocupado os investidores. Assim, é cada vez mais urgente ao setor imobiliário buscar outras fontes de financiamento para sua atividade.

    Surgem daí propostas como a LIG (Letra Imobiliária Garantida), versão brasileira dos covered bonds europeus e que foram regulamentadas pela presidente Dilma Roussef em janeiro de 2015.

O que são FII?

São Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Ou seja, investimento em imóveis que visam obter retorno por meio de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário. Os FII podem ser compostos por um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outras opções.

INDICES E INDICADORES DA
CONSTRUÇÃO CIVIL

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  • BDI

    Os custos totais de um empreendimento de construção civil é composto por custos diretos e despesas indiretas. Os primeiros são resultantes da soma do que foi gasto com insumos e respectivos encargos utilizados para a construção.

    É um dado bastante objetivo, resultado da soma dos serviços, projetos, mão de obra e preços unitários de materiais. Já as despesas indiretas não são atribuídas diretamente aos insumos, mas são agrupados em custos administrativos locais (canteiro) e centrais (escritório), custos comerciais, financeiros e encargos fiscais.

    O benefício ou lucro é a remuneração da incorporadora pela realização do empreendimento, aquilo que remunera o risco ao qual ela foi exposta. O preço de venda ou comercialização do empreendimento resulta da soma do custo direto e do BDI.

  • CUB

    O Custo Unitário Básico (CUB) por metro quadrado foi instituído pela Lei Federal 4.591. O texto prevê a divulgação, pelos Sindicatos da Indústria da Construção (Sinduscons), até o quinto dia de cada mês, dos custos unitários a serem adotados em suas respectivas regiões.

    A finalidade do CUB é orientar o setor da construção civil quanto ao custo global da obra, sem representar o custo real. O CUB é composto pelos salários e preços de materiais e mão de obra, despesas administrativas e equipamentos obtidos junto a uma amostra de empresas de construção.

  • INCC (volume)

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) é elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), que apura a evolução dos custos no setor da construção.

    É um dos termômetros do nível de atividade da economia, abrangendo materiais e equipamentos, serviços e mão de obra. Com periodicidade mensal, é coletado em Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

  • SINAPI

    Gerido pela Caixa Econômica Federal (CEF) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) estabelece regras e critérios para elaboração de orçamentos de referência de obras e serviços de engenharia contratados e executados com recursos da União.

    De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), desde 2003 o SINAPI é o limitador de preços para serviços contratados com recursos do Orçamento Geral da União (OGU).

  • TCPO

    Lançada em 1955 pela PINI, a Tabela de Composições e Preços para Orçamentos (TCPO) reúne milhares de composições de Serviços, Preços de Referência calculados pelo departamento de Engenharia da PINI e Composições de Empresas da indústria de materiais e serviços de construção civil.

    A base  TCPO alimenta as ferramentas comercializadas pela PINI para o mercado da construção civil brasileira.

SEGURANÇA DO TRABALHO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL

Segurança do trabalho é o planejamento da prevenção de acidentes decorrentes da atividade a ser desenvolvida pelo trabalhador.

Na construção civil, as orientações para segurança do trabalho são determinadas pela NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.

A finalidade é proteger os trabalhadores de acidentes e doenças que podem ocorrer em canteiro de obras.

Normas de Segurança do Trabalho na Construção Civil

NR-18

A NR-18 estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que têm como objetivo implementar medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.

De acordo com a NR-18 estabelecimentos com 20 ou mais trabalhadores são obrigados a elaborar e cumprir um Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho (PCMAT). A Norma traz orientações sobre como devem ser projetados, construídos e organizados todos os ambientes de um canteiro de obras, inclusive de acordo com o trabalho a ser executado.

O texto completo da Norma Regulamentadora 18 está disponível no site do Ministério do Trabalho NR18 – ATUALIZADA

+Acidentes na construção civil

Dentre os acidentes e riscos mais comuns aos trabalhadores de construção civil estão:

  • Quedas de altura devido à falta de guarda corpos ou cinto de segurança do tipo paraquedista
  • Distensões musculares ocasionadas pelo carregamento de pesos elevados
  • Danos auditivos devido à exposição prolongada a ruídos intensos
  • Queda de objetos por falta de isolamento de áreas ou não uso de capacete
  • Impacto por veículos de transporte da construção civil
  • Lesões por Esforços Repetitivos (LER) em decorrência de atividades que exigem repetição de movimento
  • Cortes e lacerações por mau uso de ferramentas ou falta de Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado
  • Alergias e doenças respiratórias por falta de uso de máscara, óculos e luvas
  • Instalações (Choques) elétricos por instalações inadequadas ou falta de qualificação do operário

+DDS na Construção Civil

O ideal é que o Diálogo Diário de Segurança (DDS), Diálogo Sobre Segurança (DSS) ou Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (DDSMS) seja realizado antes do início da jornada de trabalho.

A finalidade é conscientizar profissionais de operação sobre prevenção de acidentes de trabalho e sobre como trabalhar com segurança e respeito a regras e normas. Diversos temas podem ser abordados no DDS, como uso de EPIs, trabalho em altura, uso de cinto de segurança, como usar ferramentas, uso do elevador de carga, dentre outros.

Documentos de segurança do trabalho na construção civil

+Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho (PCMAT)
O PCMAT estabelece procedimentos para implantação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

Esse documento lista medidas de segurança a serem adotadas durante o desenvolvimento da obra que visam a antecipar riscos e definir estratégias para evitar acidentes de trabalho e o aparecimento de doenças ocupacionais.

+Sinalização de segurança do trabalho na construção civil

De acordo com a NR-18, o canteiro de obras deve ser sinalizado com o objetivo de:

  • identificar os locais de apoio que compõem o canteiro de obras;
  • indicar as saídas por meio de dizeres ou setas;
  • manter comunicação por meio de avisos, cartazes ou similares;
  • advertir contra perigo de contato ou acionamento acidental com partes móveis das máquinas e equipamentos;
  • advertir quanto a risco de queda;
  • alertar quanto à obrigatoriedade do uso de EPI, específico para a atividade executada, com a devida sinalização e advertência próximas ao posto de trabalho;
  • alertar quanto ao isolamento das áreas de transporte e circulação de materiais por grua, guincho e guindaste;
  • identificar acessos, circulação de veículos e equipamentos na obra;
  • advertir contra risco de passagem de trabalhadores onde o pé-direito for inferior a 1,80 m;
  • identificar locais com substâncias tóxicas, corrosivas, inflamáveis, explosivas e radioativas.

Como elaborar um relatório de Segurança do trabalho na construção civil

O relatório de Segurança do Trabalho serve para apontar eventuais problemas relacionados à segurança no ambiente de trabalho. O documento aponta, ainda, as medidas a serem tomadas. Por isso, deve listar as irregularidades encontradas e as medidas corretivas propostas.

SUSTENTABILIDADE NA
CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção civil e meio ambiente

A construção civil impacta o meio ambiente ao longo de toda a sua extensa cadeia produtiva, desde a extração de matérias-primas, passando pela produção e transporte de materiais e componentes e chegando à execução, sem parar por aí. Embora cada etapa tenha seus impactos, a operação de um empreendimento concentra um potencial de impacto ainda mais elevado.

Afinal, as construções têm diferentes níveis de eficiência energética e de uso da água. Além disso, ao final da vida útil de uma edificação os resíduos também têm alto potencial de impacto ambiental. Devido ao alto grau de complexidade, é preciso que a sustentabilidade na construção civil seja abordada de maneira abrangente e sistêmica

Sustentabilidade em projetos de engenharia e arquitetura

Para que uma edificação seja considerada sustentável deve primeiro quantificar impactos ao meio ambiente e à saúde humana. Feito isso, é necessário que incorpore tecnologias capazes de mitigar os impactos, resultando em edificações que consumam menos energia, água e outros recursos naturais.

Projetos sustentáveis consideram o ciclo de vida de todos os materiais utilizados. Um projeto sustentável é, em geral, desenvolvido por equipe multidisciplinar integrada e coordenada por um especialista em sustentabilidade. O projeto sustentável começa a ser desenvolvido após a identificação das demandas dos usuários do edifício, do entorno e do clima

Desenvolvimento sustentável na Construção Civil

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os desafios para o setor da construção civil quanto à sustentabilidade têm a ver com a redução e otimização do consumo de materiais e energia, com a redução dos resíduos gerados, a preservação do ambiente natural e a melhoria da qualidade do ambiente construído. Assim, o Ministério recomenda:

  • mudança dos conceitos da arquitetura convencional na direção de projetos flexíveis com possibilidade de readequação para futuras mudanças de uso e atendimento de novas necessidades, reduzindo as demolições;
  • busca de soluções que potencializem o uso racional de energia ou de energias renováveis;
  • gestão ecológica da água;
  • redução do uso de materiais com alto impacto ambiental;
  • redução dos resíduos da construção com modulação de componentes para diminuir perdas e especificações que permitam a reutilização de materiais.
  • Construções sustentáveis no Brasil

        • JK 1455, São Paulo (SP). Cyrela. LEED Ouro
        • Fábrica da Coca-Cola na Fazenda Rio Grande (PR). LEED New Construction
        • Porto Brasilis, Rio de Janeiro (RJ). Gafisa. LEED
        • Eldorado Business Tower, São Paulo (SP). Gafisa. LEED
        • Energisa (PB). LEED
        • Rochaverá Corporate Towers, São Paulo (SP). Métodos Engenharia. LEED Gold
        • Sede administrativa da Leroy Merlin, São Paulo (SP). Aqua
        • True Chácara Klabin, São Paulo (SP). Even Construtora e Incorporadora. Aqua
        • Escola Ilha da Juventude, São Paulo (SP). Aqua
        • Torre Vargas 914, Rio de Janeiro (RJ). LEED
        • Ventura Corporate Towers, Rio de Janeiro (RJ). LEED Gold

  • Certificações

        • LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) – GBC (Green Building Council)
        • Processo Aqua-HQE – Fundação Vanzolini
        • BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method) – BRE (Building Research Establishment)
        • Selo Casa Azul – Caixa Econômica Federal
        • Procel Edifica – Procel (Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações)

+Madeira
Utilizada amplamente como fôrma para moldagem de concreto e também como material de acabamento.
+Gesso
Utilizado para acabamento fino de paredes e tetos, principalmente.
+Aço
Utilizado principalmente na forma de vergalhões que compõem os elementos em concreto armado.
+Fôrmas
No Brasil ainda são, predominantemente, de madeira, mas há diversos sistemas industrializados no mercado, feitas de materiais como aço, alumínio e plástico.
+Tubos e conexões
Em PVC, PPR, PEX, CPVC, dentre outros materiais, são dos principais materiais para instalações hidráulicas em edificações.
+Blocos de alvenaria
Os mais comuns são em concreto e cerâmica, mas há opções em gesso e outros materiais alternativos. Podem acumular função estrutural ou servir apenas para fechamento de ambientes.
+Argamassa
Para revestimento, assentamento ou preenchimento, pode contar com aditivos diversos para melhoria de suas características e desempenho.
+Caixa d'água
Para armazenamento de água. Disponíveis em volumes diversos a partir de 500 l e feitas, em geral, de polietileno.
+Portas, janelas e esquadrias
Itens de edificações que demandam atenção quanto à sua resistência, precisão dimensional, estanqueidade e instalação.
+Concreto
Dentre os materiais mais importantes da construção tanto por sua função – estrutural ou não – quanto por sua relevância no orçamento e no volume, que demanda intenso planejamento logístico e de produção.
+Areia
Um dos principais componentes do concreto na forma de agregado miúdo.
+Chapas cerâmicas
Materiais de revestimento para áreas molhadas, principalmente. São fornecidas em dimensões variadas e com acabamentos e resistências diferentes, conforme a aplicação.
+Fios e cabos elétricos
Fornecidos em bitolas variadas, conforme a demanda da instalação elétrica. Podem ser rígidos ou flexíveis.
+Metais sanitários
Torneiras, registros, válvulas para descarga, acionadores, dentre outros, têm a função de regular o fluxo de água em instalações hidráulicas.
+Conduítes
Servem para passagem de fios e cabos elétricos. Para serem considerados seguros, devem apresentar características de isolamento e não propagação de chamas.
+Cal
Usada em alguns tipos de traços de concreto e argamassa e também para pinturas.
+Asfalto
Utilizado para obras viárias de pavimentação e também para impermeabilização de superfícies.
+Cimento
Material básico da construção civil, utilizado em larga escala para fabricação de concreto e argamassa.
+Chapa de gesso
Também conhecida como gesso acartonado, fazem o fechamento e/ou o revestimento de ambientes secos e molhados em sistemas de drywall, que têm estrutura metálica.
+Impermeabilizantes
Rígidos ou flexíveis, têm a função de proteger a edificação e suas instalações da água, evitando infiltrações.
+Interruptores e tomadas
Itens de instalações elétricas que têm a função de acionar ou interromper circuitos.
+Disjuntores
Ficam na caixa de luz de entrada da edificação e têm a função de interromper circuitos elétricos. Há, ainda, o Disjuntor Diferencial Residual, que interrompe o circuito automaticamente no caso de fuga de corrente, evitando details choques elétricos.
+Brita
Fragmento de rochas como granito e gnaisse, é fornecida em diversas granulometrias para aplicações variadas, desde o concreto até como base de pavimentos.
+Tintas
Para acabamento final de superfícies horizontais ou verticais, protegem os elementos contra a radiação solar e infiltrações de água.
+Telhas
Existem diversos tipos, feitas de materiais como cerâmica, plástico, fibrocimento e metal, e em dimensões variadas.
+Chapa cimentícia
Semelhante à chapa de gesso, servem para fechamento e revestimento de áreas, podendo ser aparafusados a estruturas metálicas de steel frame.
+Pré-moldados de concreto
Com ou sem função estrutural, proporcionam ganhos de produtividade à construção por eliminar a etapa de montagem e desmontagem de fôrmas e de lançamento e cura do concreto.
+Rochas para revestimento
Para acabamento de superfícies internas e externas, horizontais e verticais, demandam cuidados especiais quanto à fixação, impermeabilização e manutenção.
+Graute
Tipo de concreto para fixação de maquinário ou para preenchimento de falhas de concretagem.

MATERIAIS DE
CONSTRUÇÃO CIVIL

Ferramentas para construção civil

+Torquês
A depender do modelo, a ferramenta é utilizada para corte e torção de pregos e arames ou recortes em azulejo ou piso.
+Enxada
Utilizada na construção para misturar concreto e cimento, capinar e cavar buracos.
+Chave de fenda
Em tamanhos diversos, servem para apertar e desapertar parafusos que têm fenda simples na cabeça. Também conhecida como chave chata.
+Chave Allen
Serve para parafusos com sextavados internos e, em geral, tem corpo em “L”, podendo ser usada em ambas as extremidades. Também chamada de chave hexagonal ou sextavada.
+Serrote Comum
Tem a finalidade de serrar madeira e variam quanto a tamanho, espessura da lâmina e número de dentes por polegada.
+Formão
O cinzel tradicional tem cabo em madeira e lâmina afiada, servindo para acabamentos, entalhes e cortes em madeira.
+Linha de prumo
Também conhecida como prumo de face, prumo para pedreiro ou fio de prumo, verifica unicamente a verticalidade de paredes.
+Alicate universal
Útil para prensar terminais e cortar fios, cabos e arames de cobre, latão, bronze, alumínio, plástico e aço.
+Alicate de pressão
Tem a função de segurar peças, desapertar parafusos danificados, fixar peças para usinagem, cortar tubulações metálicas, dentre outros.
+Grosa
Redonda, chata e meia-cana, faz desbaste e acabamento em madeiras. Tem dentes mais profundos e mais espaçados do que a lima.
+Colher de pedreiro
Também conhecida como trolha, é vendida em diversos tamanhos, com ponta redonda, quadrada ou triangular. Serve para misturar massa e aplicar argamassa para assentamento.
+Lima
Para desbaste de superfícies variadas, incluindo metais e madeira, está disponível em diversos modelos, variando quanto a formato e quantidade de dentes por centímetro quadrado.
+Espátula
Em aço ou plástico, com pontas lisas ou dentadas, são úteis para aplicar cimento, gesso e reboco e no assentamento de azulejos.
+Chave Philips
Assim como a chave de fenda, disponível em diversos tamanhos e aperta e desaperta parafusos com fenda cruzada na cabeça.
+Chave Inglesa
Com mandíbula ajustável, serve para porcas, parafusos e tubos de cabeças sextavadas e quadradas de diversas dimensões. Também é conhecida como chave de boca regulável ou chave de aperto.
+Arco de Serra
Embora existam arcos de aço, alumínio e até plástico, as serras são, em geral, de aço flexível ou rígido. Servem para cortar materiais diversos, como tubos de PVC ou aço.
+Cortador de cerâmica
Destinados para cortes retos e em ângulos de 45° e 90° de placas cerâmicas e azulejos no momento da colocação.
+Mangueira de pedreiro
Tem a finalidade de transportar ou verificar os níveis de dois pontos distantes.
+Desencapador de fios
Há modelos para terminais, fios e cabos, cabos coaxiais e isolamento elétrico. Facilita a colocação de terminais, solda de fios e cabos em geral.
+Alicate bomba d'água
Com regulagem em diversas posições, servem para realizar aperto e torção de tubos hidráulicos, além de colocar porcas e torneiras, inclusive de elementos de grandes dimensões.
+Desempenadeira
Em plástico, aço, madeira, borracha ou esponja, podem ser lisas ou denteadas. São indicadas para assentamento de revestimentos, para desempenar e nivelar revestimentos de paredes, pisos e tetos e para espalhar materiais.
+Plaina
Para cortar rebarbas de madeiras e igualar superfícies.
+Grifo
Por ser usado para aperto e desaperto de tubulações em geral, também recebe o nome de chave para tubos, chave Stillson ou chave para cano.
+Picareta
Tem a função de quebrar pedras e rochas e auxiliar em escavações.
+Chave Estrela
Sextavada ou estriada, serve para parafusos ou porcas com cabeça sextavada ou quadrada.
+Ponteiro
De acordo com a bitola do ponteiro, serve para quebrar superfícies duras com mais ou menos precisão.
+Tesoura corta-arame
Também conhecida como tesoura corta-vergalhão, é fornecida em tamanho e acabamento variados para corte de ferros de construção, vergalhões, cabos e arames duros.
+Tesoura corta-perfil
Disponível nos tipos americano, Brasil e aviação, este para mais precisão no corte, também recebe o nome de tesoura corta-chapa. É usada para cortar perfis metálicos para paredes de drywall e chapas metálicas em geral.
+Fio traçante
O cordão ou fio de marcação existe nas cores azul e vermelha e marca eixos e a primeira fiada de alvenaria da laje.
+Alicate de bicos
Também conhecido como alicate bico fino ou bico meia-cana, é fornecido com bico reto, curvo ou chato, com a finalidade de fazer torção e corte de fios e cabos; trabalhos artesanais com arames e chapas finas.
+Puncionador
Serve para unir perfis de drywall e steel frame, fixar e travar guias e montantes.
+Carriola
O tradicional carrinho de mão é vendido em tamanhos variados, com caçambas com diferentes capacidades de carga, e serve transportar materiais de construção.
+Trena
Esse tipo de fita métrica é feita em metal ou fibra de vidro. As metálicas têm 3 m, 5 m, 8 m, 10 m, 20 m e 30 m, com escala em milímetros e polegadas. As de fibra ultrapassam 30 m. Ambas servem para medições internas ou externas ou de grandes áreas. As de diâmetro calculam a face externa de pilares.
+Estilete
Variam em função do tamanho e do acabamento, com função de cortar materiais diversos em canteiro.
+Chave Fixa
Semelhante à chave estrela, mas com a extremidade aberta, são usadas para esforços de torque em parafusos, porcas e até mesmo tubos.
+Punção
Usado para marcar um ponto a ser perfurado.
+Talhadeira
Usadas para corte de materiais diversos, como pisos, rebarbas de concreto, alvenaria, entre outros, as mais comuns são as planas, as octogonais e as quadradas.
+Nível de bolha
Em madeira ou perfil metálico, verifica o nivelamento horizontal ou prumo vertical.
+Esquadro
Verifica o ângulo entre paredes e é também utilizado para traçar cortes.
+Alicate de corte
Para corte de arames e fios de cobre, alumínio e aço, está disponível nos modelos de corte central, diagonal e frontal.
+Martelo
Com cabo de madeira, fibra de vidro ou aço, serve para bater e remover pregos, bater em peças durante montagens ou desmontagens; assentamento de revestimentos, dentre outros.
+
De bico ou quadrada, é versátil, sendo usada para misturar concreto e cimento, cavar buracos e encher carriolas, dentre outras finalidades.

Equipamentos para construção civil

  • Mini carregadeira

    Dentre os equipamentos mais versáteis em um canteiro de obras, a mini carregadeira é capaz de carregar materiais, sendo usada para serviços de terraplenagem, indústria, operações de logística, suporte a obras, carregamento de caçambas, dentre outras finalidades.

    O uso de acessórios específicos permite ao equipamento realizar outras funções. Dentre os acessórios existentes estão vassoura, fresadora, garfo pallet, cortador florestal, garra e transplantador de árvores.

  • Mini escavadeira

    Na função básica, realiza escavações e transporte de materiais. É usada em serviços de terraplenagem, escavação de piscinas, em operações de logística, para suporte a obras e carregamento de caçambas, por exemplo. Permite que sejam acoplados acessórios como rompedor, trado ou perfuratriz, garra e assentador de paver de concreto.
  • Escavadeira

    Escava, carrega e faz cortes em materiais diversos. Geralmente, é utilizada desde o começo da terraplenagem e também para demolições, serviços de mineração e carregamento de rochas e outros materiais ou equipamentos. É possível utilizar com rompedor, trado ou perfuratriz, garra ou harvester para operações florestais.
  • Retroescavadeira

    Além de carregar materiais, a retroescavadeira é um dos equipamentos mais demandados na construção civil por dar suporte a outros serviços desde a mobilização do canteiro. Pode trabalhar com rompedor para demolição e trado ou perfuratriz para fundações.
  • Pá carregadeira

    Além do intenso uso na construção civil, especialmente em obras de terraplanagem, é um equipamento bastante demandado em pátios e galpões logísticos, indústrias, portos, dentre outros.
  • Rolo compactador

    Seja com cilindro corrugado ou liso, realiza compactação de diversos tipos de solo. Por isso, é muito usado em serviços de terraplenagem, obras de pavimentação de estradas, terrenos, estacionamentos, dentre outros. Alguns equipamentos são capazes de fazer medição por meio de sistemas instalados nos próprios compactadores, que medem a resistência do solo aos impactos da vibração.
  • Trator de esteira

    Esse equipamento realiza funções básicas de empurrar, espalhar, cortar solos ou vegetação para nivelar solos em serviços de terraplenagem. É demandado em obras de terraplenagem, construção de estradas, terrenos, minerações, pedreiras. Disponível em diversos tamanhos, tem entre 14 a 50 toneladas, sendo estes para mineração.
  • Motoniveladora

    Utilizada principalmente em serviços de terraplanagem para espalhamento de solo e nivelamento de terrenos, é usada na construção de estradas, preparo de terrenos, estacionamentos, dentre outros. É usada antes do rolo compactador, em geral.
  • Compactador Tandem

    Conta com dois cilindros lisos, que podem ou não ser vibratórios. Utilizado principalmente para compactação da camada final de pavimentos asfálticos, pois não deixa marcas de pneu no asfalto.
  • Compactador de pneus

    Usados principalmente para vedação de asfalto em etapas de acabamento. Devido ao peso elevado, também podem ser usados para compactação de camadas de solo.
  • Caminhão basculante

    Equipado com caçamba articulada com acionamento hidráulico, destina-se ao transporte de grandes volumes de materiais. Por isso, é geralmente usado em fases de escavação e terraplanagem, para retirada de solo do canteiro de obras.
  • Basculante 8 x 4

    Com maior capacidade de carga do que caminhões basculantes convencionais, são mais utilizados em obras de mineração, mas também em obras de construção civil que demandam transporte de grandes volumes.

MATERIAIS
GRATUITOS

EVENTOS DA
CONSTRUÇÃO CIVIL

GLOSSÁRIO DA
CONSTRUÇÃO CIVIL

+Acabamento
Etapa final da execução, quando são assentados os revestimentos e feitas as instalações finais, como metais sanitários
+Agregado leve
Material que tem a função de aumentar o volume do concreto ou da argamassa sem aumentar o peso
+Assentamento
Atividade de instalar pisos, revestimentos e alvenaria
+Isolamento
Elementos que proporcionam conforto térmico e acústico a um ambiente construído
+Mão de obra
Termo que se refere ao conjunto de operários da construção civil e também designa a quantidade de homens/hora necessária para realização de determinada tarefa
+PEX
Tipo de tubulação hidráulica flexível
+SPE
Sociedade empresária cuja atividade é bastante restrita, podendo em alguns casos ter prazo de existência determinado, normalmente utilizada para isolar o risco financeiro da atividade desenvolvida.
+Acústica
Remete ao projeto, elementos e desempenho da edificação no que diz respeito à sua capacidade de isolamento dos ruídos externos e de evitar a reverberação dos ruídos produzidos em seu interior
+Alvenaria
Elementos de fechamento da edificação em forma de blocos cerâmicos ou de concreto. Pode ou não ter função estrutural
+Incorporação
Atividade de desenvolvimento de empreendimentos imobiliários
+Junta
Elemento que promove a transição entre elementos com propriedades diferentes ou que cria um intervalo para alívio de tensões em superfícies com grandes extensões
+Mestre de obras
Profissional que lidera os trabalhos no canteiro de obras, fazendo a comunicação entre o projeto e os operários
+Rejunte
Tipo de junta entre peças de revestimento cerâmico
+Terraplanagem
Etapa de preparo do terreno que vai receber a construção
+Aditivo
Elemento químico que tem como função melhorar o desempenho do concreto ou da argamassa
+Alvenaria estrutural
Tipo de estrutura feita sem pilares ou vigas e que tem como base o uso de blocos, geralmente de concreto, que acumulam as funções de fechamento e suporte à edificação
+Incorporadora
Empresa que promove ou administra incorporações imobiliárias. É quem desenvolve o produto da construção civil, desenvolvendo o produto final e assumindo o maior risco do empreendimento
+Laje
Estrutura plana horizontal. Também remete aos pavimentos de uma edificação
+Obras de arte especiais
Expressão que designa, na construção civil, obras de elevada complexidade e sem repetição, como pontes, viadutos, túneis
+Sapata
Parte mais larga e profunda de uma fundação
+Topografia
Representação detalhada de um terreno que fornece informações para o desenvolvimento dos projetos de arquitetura e engenharia
+Agregado
Material componente do concreto e da argamassa, como a areia
+Argamassa
Mistura de areia, água e um ou mais aglutinante. Destina-se ao assentamento de revestimentos em geral, alvenaria, revestimento final de paredes e pisos, preenchimentos sem função estrutural
+Instalações
Sistemas elétricos, hidráulicos, de prevenção a incêndios, de dados, dentre outros que compõem uma edificação
+Manta
Elemento de impermeabilização
+Pé-direito
Altura livre entre piso e teto
+Silo
Elemento de armazenamento em canteiro de cimento, argamassa, aditivos, lama bentonítica, dentre outros elementos da construção civil
+Vão livre
Distância entre dois pontos de apoio de uma laje ou cobertura
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