5 setembro 2017

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Segurança do Trabalho Salário: Quanto ganha um técnico em segurança do trabalho?

Original de Buildin
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Um dos assuntos de maior interesse é a relação segurança do trabalho salário.

Vamos lá: O salário médio de um técnico em segurança do trabalho varia entre R$ 2.080,00 e R$ 4.250,00, de acordo com um levantamento feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em 2012 e informado pelo Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

Quer saber ainda mais sobre segurança do trabalho? Então acesse o Guia Completo da Segurança do Trabalho na Construção Civil!

Qual o maior salário que um técnico de segurança do trabalho pode ganhar?

Quando falamos em segurança do trabalho salário, os ganhos de um profissional em segurança do trabalho, entretanto, podem extrapolar or R$ 6 mil mensais (Fonte: Fortec.eu).

Já um coordenador de segurança do trabalho, por exemplo, pode chegar a ganhar mais de R$ 8.500, conforme pesquisa salarial feita e divulgada pelo site de empregos Catho.

 

Alta demanda por técnicos em segurança do trabalho salário

 

homem em meio às ferragens da construção, usando macacão laranja, capacete verde, luvas e botas

 

Não é à toa que o curso técnico em segurança do trabalho está dentre os mais procurados no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), do Ministério da Educação (MEC).

E a tendência para os próximos anos é que a procura por profissionais técnicos em segurança do trabalho cresça ainda mais. Isso porque  a legislação exige a contratação de técnicos na área de saúde e segurança do trabalho em quantidade proporcional ao número de trabalhadores que uma empresa tem em seu quadro de profissionais.

A área de atuação do profissional em saúde e segurança do trabalho é bastante ampla. Esse segmento contempla todo tipo de empresa e indústria que precise evitar acidentes de trabalho, doenças profissionais e decorrentes de atividades do trabalho.

Além da atuação dentro de empresas da indústria, comércio e serviços, o técnico em segurança do trabalho também pode prestar serviço de consultoria especializada, inclusive de forma autônoma.

Para saber mais sobre todas as possibilidades de trabalho para um técnico em segurança do trabalho o ideal é sempre consultar o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Publicado pelo MEC, esse documento indica quais são as principais funções, responsabilidades e atribuições de um técnico profissional em segurança do trabalho. Confira!

 

De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, cabe ao técnico em segurança do trabalho:

  • Investigar, analisar e recomendar. Para todas as medidas cabíveis de prevenção e controle de acidentes. E pensando em cada tipo de atividade desenvolvida em uma empresa.
  • Executar os programas de prevenção de riscos ambientais pertinentes.
  • Desenvolver ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho.
  • Orientar o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) para cada caso em questão.

 

Qual o piso salarial do técnico em segurança do trabalho?

O salário mínimo profissional do técnico em segurança do trabalho é definido pelos respectivos sindicatos que representam a categoria. Isso está relacionado ao tema segurança do trabalho salário.

Sindicatos como o do Estado de São Paulo estabelecem pisos salariais diferenciados. Para técnicos em segurança do trabalho que atuam em hospitais, engenharia, comércio, construção civil e indústria.

Os técnicos em segurança do trabalho no setor de engenharia consultiva têm o piso mais elevado da categoria no Estado de São Paulo. Esse trabalhador da segurança do trabalho, salário mínimo para profissionais dessa categoria é de R$ 3.239,00.

 

Agora, confira os pisos salariais definidos por alguns sindicatos de técnicos em segurança do trabalho em todo o Brasil:

Sintesp (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo)

  • Engenharia Consultiva: R$ 3.239
  • Construção Civil: R$ 3.001
  • Indústria: R$ 2.958
  • Comércio: R$ 2.958
  • Comércio Atacadista de Medicamentos, Perfumaria e Afins: R$ 2.958
  • Comércio Varejista de Material Elétrico: R$ 2.958
  • Hospitais e Clínicas Particulares da Capital: R$ 2.917
  • Hospitais Filantrópicos do Estado: R$ 2.794
  • Hospitais e Clínicas Particulares do Interior: R$ 2.768

 

Sintesb (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado da Bahia) 

Piso básico: R$ 2.385

 

Sindtest-RS (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Rio Grande do Sul) 

  • Piso básico: R$ 1.985

 

Sintserj (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná) 

  • Piso salarial médio: R$ 1.636

 

Sintesgo (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado de Goiás) 

  • Salário normativo: R$ 1.614

 

Confira também a média salarial nacional para alguns cargos relacionados à área de segurança do trabalho:

 

  • Estágio em Segurança do Trabalho: R$ 860
  • Auxiliar Técnico em Segurança do Trabalho: R$ 1.374
  • Professor de Segurança do Trabalho: R$ 1.414
  • Assistente em Segurança do Trabalho: R$ 1.523
  • Técnico em Segurança do Trabalho: R$ 2.611
  • Analista de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde: R$ 2.777
  • Analista de Segurança do Trabalho: R$ 2.977
  • Supervisor de Segurança do Trabalho: R$ 4.152
  • Coordenador de Segurança do Trabalho: R$ 4.869
  • Coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente: R$ 7.042

 

Como um técnico em segurança do trabalho pode ganhar mais

Computador, mouse e caderno sobre a mesa

Para impulsionar a carreira e, consequentemente, ganhar mais, um técnico em saúde e segurança do trabalho pode apostar em cursos de especialização.

Esses treinamentos específicos ajudam a incrementar o currículo e são importantes diferenciais na disputa por vagas de trabalho.

Dentre as habilidades geralmente exigidas pelas empresas para a atuação de técnicos em segurança do trabalho há algumas que são básicas. Veja algumas exigências:

Exigências mais básicas:

  • Elaboração de PPRA: é muito importante que o técnico em segurança do trabalho tenha pleno conhecimento do PPRA da empresa onde trabalha. Afinal, ele é o responsável por tudo que acontece ali. Assim, saber avaliar riscos e elaborar planos de prevenção garante a sua boa atuação. Caso não tenha aprendido no curso ou no estágio, vale fazer um curso específico para saber como elaborar PPRA.
  • Formação de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes): muitas vezes realizado a distância, esse curso é importante porque a formação de CIPA envolve datas obrigatórias diversas, documentos específicos, além de procedimentos próprios para sua divulgação na empresa.
  • Brigada de incêndio: para ministrar as imprescindíveis palestrar sobre prevenção a incêndios na empresa, o técnico em segurança do trabalho precisa ter pleno conhecimento sobre o tema. Investir num curso nessa área ajuda o profissional em segurança do trabalho a se destacar.
  • Bombeiro civil: além de ser um diferencial no currículo do profissional que pretende atuar como técnico em segurança do trabalho, o curso de bombeiro civil abre mais possibilidades de trabalho. Quem conta com essa formação pode experimentar um mercado em ascensão no Brasil, o de Bombeiro Civil.
  • Higiene ocupacional: essa é outra disciplina que faz parte do currículo básico do curso de formação técnica em segurança do trabalho. Mesmo assim, algumas escolas não dão a devida atenção ao tema, o que pode exigir treinamento à parte do profissional que deseja prestar um bom trabalho. A Higiene Ocupacional exige conhecimento técnico para realização de procedimentos de uso de equipamentos de avaliação ambiental, dentre outras atividades. Se for mal realizada, pode expor os trabalhadores a riscos que poderiam ter sido evitados.

 

Exigências mais avançadas:

  • Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade – Curso de NR-10: é um diferencial para muitas empresas em que há demanda por conhecimentos de procedimentos de segurança na parte de eletricidade.
  • NR 35: dentre as principais causas de morte na construção civil, a queda de alturas exige conhecimentos específicos do técnico em segurança do trabalho para ser evitada.
  • Primeiros socorros: embora esteja na grade elementar do curso de formação técnica em segurança do trabalho, nem sempre os conhecimentos são totalmente incorporados pelos alunos. É muito importante que o profissional em segurança do trabalho tenha plena segurança de que é capaz de realizar os primeiros procedimentos de socorro no caso de algum acidente. Cursos de especialização e reciclagem nessa área são sempre bem vistos pelo mercado de trabalho.
  • Gestão integrada: multinacionais, estatais ou mesmo grandes empresas nacionais, com muitas filiais, normalmente exigem cursos de formação em ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18000. Fique atento!

 

Exigências extras:

  • CNH: nos casos em que o setor de SESMT (Setor de Segurança do Trabalho) é composto apenas por um profissional – caso de empresas menores – ter uma Carteira Nacional de Habilitação é imprescindível ao técnico em segurança do trabalho. Afinal, pode ser necessário que ele visite filiais da empresa ou mesmo precise conduzir uma pessoa acidentada a hospital.
  • Informática: fundamentais a quase qualquer profissional. Os conhecimentos em informática são importantes para que o técnico em segurança do trabalho possa, dentre outras atividades, elaborar mapas de risco, relatórios ou mesmo o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais)
  • Como falar em público: devido à necessidade de ter contato com todos os profissionais das empresas onde trabalha. Inclusive ministrando palestras , onde os técnicos em segurança do trabalho precisam saber se expressar corretamente. Para ministrar treinamentos, fazer os Diálogos Diários de Segurança (DDSs) e palestrar nas Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), pode ser interessante fazer um treinamento básico sobre como falar bem em público.
  • Inglês e/ou espanhol: cada vez mais, saber outros idiomas é um diferencial para profissionais das mais variadas funções. Não é diferente com os técnicos em segurança do trabalho. Isso é válido especialmente se ele estiver concorrendo a uma vaga em uma multinacional onde, em geral, os salários são maiores
  • Gestão de projetos: ter conhecimentos sólidos na área de gestão de projetos configura um diferencial para quase qualquer profissional. Invista em um curso específico para tomar controle total da organização e andamentos de todas as ações em prevenção de acidentes em curso na empresa.

 

Quando falamos sobre segurança do trabalho salário é um dos assuntos importantes. E despertam grande interesse pelos profissionais da área.

Essas são apenas algumas sugestões para melhorar a segurança do trabalho salário. Confira algumas outras possibilidades:

 

Alguns outros cursos de especialização para técnicos em segurança do trabalho pensando na segurança do trabalho salário

  • Caldeira
  • Combate a incêndio
  • Construção civil
  • Direção defensiva – CTB – Código de Trânsito Brasileiro
  • EPI – Equipamento de Proteção Individual – NR-06 (Uso, Conservação, Guarda e Higienização)
  • Espaço Confinado – NR33
  • Meio ambiente
  • MOPP – Movimentação de Produtos Perigosos
  • Operações com empilhadeira
  • Proteções respiratórias
  • Resgate em espaços confinados
  • Segurança na Operação de Empilhadeiras – NR-11
  • Segurança na Operação de Guindalto (Caminhão Munck) – NR-11
  • Segurança na Operação de Guindaste – NR-11
  • Segurança na Operação de Ponte Rolante – NR-11

Procure sempre se especializar para melhorar seu salário como técnico em segurança do trabalho. Assim você consegue juntar o que você gosta com os ganhos, tendo um bom segurança do trabalho salário.

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Autor
Bruno Loturco

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